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Geddel, Cunha e outros investigados agiam para beneficiar empresas, diz MPF

A operação que a Polícia Federal deflagrou hoje (13), no Distrito Federal, Bahia, Paraná e São Paulo para investigar um suposto esquema de fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal, entre 2011 e 2013, teve origem na obtenção de informações extraídas de um aparelho celular apreendido em 2015, do ex-presidente da Câmara, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Geddel: quem praticou caixa 2 não pode ser punido

Responsável pela articulação política de Temer, ministro da Secretaria de Governo diz que caixa dois não é crime e, por isso, quem foi beneficiado pelo mecanismo não pode ser responsabilizado. Segundo ele, assunto deve ser tratado “sem preconceito e histeria”