Política

Flávio Bolsonaro, um gênio do mercado imobiliário


Documentos revelam que Flávio Bolsonaro, senador do PSL eleito pelo estado do Rio de Janeiro, lucrou R$ 728 mil em transações imobiliárias com dois alvos das quebras de sigilo bancário e fiscal do “caso Queiroz”.

São 9 transações envolvendo a empresa MCA Participações e um norte-americano que figuram no rol de 95 pessoas físicas e jurídicas que tiveram seus sigilos quebrados por determinação do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio.

Com a MCA, Flávio Bolsonaro negociou 12 salas, sendo que 7 foram adquiridas por ele em setembro de 2010, por valores entre R$ 192,5 mil e R$ 342,5 mil, totalizando pouco mais de R$ 1,5 milhão. Menos de dois meses depois, Flávio vendeu as salas à MCA por R$ 1,85 milhão – lucro R$ 318 mil.

Flávio obteve ganhos ainda maiores nas negociações com o norte-americano Charles Anthony Eldering, de quem comprou uma sala comercial em Copacabana, zona sul do Rio. Ele adquiriu a sala de Eldering em novembro de 2012 por R$ 140 mil, valor R$ 60 mil abaixo do que foi pago pelo americano quatro meses antes. Pouco mais de um ano depois, em fevereiro de 2014, ele vendeu a sala por R$ 550 mil, obtendo um lucro de R$ 410 mil no período.

O senador disse que não se pronunciaria a respeito.

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