“Em Quem Não Devo Votar em 2018” – Veneziano Vital do Rêgo


Um dos maiores exemplos de que, para muitos, a política é um negócio de família, Vitalzinho, como é conhecido, é filho de Nilda Gondim, uma ex-deputada federal. É ainda irmão de Vital do Rêgo Filho, ex-senador da República e atual ministro do Tribunal de Contas da União.

Abro aqui um parêntese para informar que Vital do Rego, o ministro do TCU, é investigado por crimes eleitorais e lavagem de dinheiro. Ele é suspeito de ter recebido R$ 350 mil em propinas da Odebrecht.

Veja outros vídeos da série “Em quem não devo votar em 2018”

Voltando ao assunto, Vitalzinho também tem quatro pendências na Justiça. Alguns processos já foram enviados pelo STF à instâncias inferiores.

Os crimes a ele imputados são:

  • peculato
  • crime da Lei de Responsabilidade
  • corrupção
  • crime da lei de licitações

Recentemente foi denunciado pela PGR por se apropriar de R$ 75 mil destinados à instalação de um banco de alimentos em Campina Grande, quando era prefeito. É bem verdade que ele já se livrou de outros 25 processos no STF, tendo sido absolvido em todos eles.

De acordo com o deputado, todos os processos foram movidos por motivação política, no período em que era prefeito de Campina Grande. Realidade ou não, o fato é que o ainda jovem deputado pretende alçar voos mais altos. Ele é o provável candidato de seu estado pelo partido Podemos ao Senado Federal.

Se isso acontecer, sua esposa, Ana Cláudia, deverá concorrer a uma vaga na Câmara.

Coisas de família!

Com dinheiro da maldita verba indenizatória, o parlamentar paraibano já torrou mais de R$ 1,4 milhão na atual legislatura. Apenas com a locação de veículos, o nobre deputado nos faz pagar a módica quantia de R$ 9,5 mil por mês, sendo que um dos veículos locados é uma Hilux SW4.

Porém, o maior gasto é direcionado para a divulgação do seu mandato. Nada menos que R$ 640 mil já foram gastos para que o deputado se autopromova. A política brasileira precisa de novas caras, novos nomes e principalmente de novos sobrenomes.

Política não pode ser como título de nobreza, que passa de pai pra filho.

Político não pode ser alguém que tem muito a explicar à Justiça.

Nas próximas eleições, antes de votar, lembre-se deste texto.

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