Em quem não devo votar em 2018 – Jader Barbalho


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Jader Barbalho tem um currículo que muitos almejam na política, pois já ocupou variados cargos que vão desde vereador em Belém até ministro de Estado.
Desde que foi eleito vereador em 1966, Jader já foi deputado estadual, deputado federal, governador do Pará, Ministro de duas pastas no governo Sarney, voltou a ser governador do Pará, senador da República, voltou a ser deputado federal por duas vezes seguidas e atualmente exerce, novamente, o cargo de senador.

Mas o sucesso nas urnas não é a única coisa que preenche o currículo do paraense de 73 anos. Ele teve, e ainda tem, seu nome envolvido em escândalos de corrupção, e como consequência é investigado em sete, eu disse, sete inquéritos no STF.
São eles: 2052, 2760, 2909, 4171, 4172, 4267 e 4326. Responde por Crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha.

Mas ainda tem a “cereja do bolo” – Jader se tornou réu por crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O processo segue em segredo de Justiça.

Veja outros vídeos da série “Em quem não devo votar em 2018”

Em 2001 foi eleito presidente do Senado, posto que deixaria sete meses depois. Ele se valeu da velha tática de renúncia de cargo para evitar que fosse cassado, o que o deixaria inelegível por oito anos.
Sem contar com o famigerado foro privilegiado, Jader Barbalho, que já era acusado de ter desviado dinheiro público no conhecido “Caso Sudam”, acabou vendo o sol nascer quadrado.

A coisa funciona assim: sem o foro privilegiado, a Justiça tende a ser mais eficaz e rápida na conclusão de processos!

Mas graças ao seu poder econômico e ao sobrenome que carrega, Jader Barbalho se elegeu deputado federal nas eleições seguintes à sua renúncia.
E 4 anos depois voltou ao Senado Federal, onde se encontra nos dias de hoje.

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Jader pertence ao grupo de denunciados do chamado “Quadrilhão do PMDB” que conta ainda com a presença dos ilustres condenados Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves.
Não é considerado pela OPS como um gastador do dinheiro público da maldita verba indenizatória, mas isso talvez tenha um motivo: ele é um dos mais faltosos de lá.
Em 2017 ganhou o troféu “senador faltão do ano” ao conseguir a façanha de faltar a praticamente metade de todas as sessões em que senadores são obrigados a se fazerem presentes.

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Jader Barbalho foi um dos senadores que livraram do limbo o senador Aécio Neves, mas não esteve presente nas demais importantes votações da casa, o que faz parecer que o senador não se importa muito em cumprir o papel ao qual foi designado por boa parte do eleitorado paraense.

Jader Barbalho já fez de um tudo na política e como recompensa é preciso que ele não seja mais eleito em 2018. A aposentadoria deste empresário no ramo da comunicação beneficiaria não apenas a política brasileira, mas a Justiça comum que teria braços para prosseguir com mais rapidez tudo o que ele responde judicialmente.

Vamos tirar das mãos da tartaruga manca do judiciário, o STF, os processos contra Jader Barbalho? Então, nas próximas eleições não vote mais em Jader Barbalho.


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