Em quem não devo votar em 2018 – Gleisi Hoffmann


Se preferir, assista ao vídeo 

Se não fosse impedida pelo pai, a adolescente Gleisi Hoffmann teria tentado a vida religiosa. Ela queria ser freira.

Filiada ao PT desde 1989, Gleisi é a atual presidentE do partido. Depois de ser derrotada nas urnas para o Senado em 2006, a paranaense se elegeu senadora da República quatro anos depois, lugar que ocupa até os dias de hoje.

Advogada e ferrenha defensora de Dilma Rousseff, sua ex-chefe quando ainda exercia o cargo de Ministra-chefe da Casa Civl, Gleisi tentou governar o seu estado de origem em 2014 e só não deixou órfãos os eleitores que a colocaram no Senado porque Beto Richa a derrotou nas urnas.

Seis anos antes, porém, já havia sido derrotada nas urnas nas eleições municipais, em que almejava ocupar o cargo máximo do executivo municipal de sua cidade, Curitiba. Mas, mesmo antes de qualquer disputa eleitoral, Gleisi foi assessora parlamentar estadual e diretora financeira da Itaipu Binacional.

“Amante” ou “Coxa”, como era conhecida na famosa lista de propinas pagas pela Odebrecht, Gleisi é acusada de ter recebido dinheiro sujo para suas campanhas à prefeitura de Curitiba, ao governo do Paraná e ao Senado. Delatores da Odebrecht disseram que Gleisi recebeu, só na campanha para o cargo de  governadora do Paraná em 2014, o valor de R$ 5 milhões via Caixa 2. Ela nega as acusações.

No STF responde aos inquéritos 3979, 4355 e 4325 e ainda a uma ação penal Nº 1003.

Veja outros vídeos da série “Em quem não devo votar em 2018”

Utilizando dinheiro público da maldita verba indenizatória, Gleisi torrou R$ 494 mil com passagens aéreas. R$ 305 mil ela gastou com contratações de serviços de consultoria, pesquisas e trabalhos técnicos, sendo que R$ 44,5 mil foram para o Datasonda Pesquisas, conhecida empresa que faz pesquisas eleitorais (???).

No total foram gastos quase R$ 1,4 milhão da maldita verba indenizatória desde que assumiu seu assento no Senado. Gleisi está “protegida” pelo foro privilegiado e uma eventual reeleição a deixaria mas tempo “imune” da Justiça, uma vez que o STF parece ser uma tartaruga manca.

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O foro privilegiado é uma grande blindagem. É algo que diferencia uns dos outros, o que contraria o Art. 5º da CF: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza…”.

Já que não é inteligente esperar que “eles” e “elas” mudem a lei e acabem com o foro privilegiado, vamos nós mesmos tirar o foro privilegiado de quem tem alguma coisa a acertar com a Justiça. Lembre-se de figurões da política que só tiveram seus processos julgados depois que perderam o famigerado foro privilegiado.

  • Ex-presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves estão presos;
  • Ex-ministro e ex-deputado federal, Geddel Vieira Lima está preso;
  • Ex-deputado federal, Luis Argôlo está preso;
  • Ex-governador do Rio, Sérgio Cabral está preso;
  • Ex-deputado federal, André Vargas está preso;
  • Ex-ministro e ex-deputado federal, Antônio Palocci está preso;
  • Ex-senador da República, Gim Argello está preso.

É ainda importante considerar que o ato de votar é quase a mesma coisa que passar uma procuração ao candidato para que ele lhe represente onde quer que tenha sido eleito.

Você quer Gleisi Hoffmann como sua procuradora?

Você quer que os processos contra Gleisi Hoffmann sejam mais rapidamente apreciados pela Justiça?

Não vote nela em 2018.

Conheça o Projeto Novo Eleitor

 

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