Ao todo, dez ministros foram exonerados para salvarem a pele de Michel Temer


Por determinação de Temer, 20 deputados federais foram exonerados de seus cargos de ministros de Estado para “engrossar o caldo” na Câmara, que julgará o pedido de investigação contra o presidente que é acusado de obstrução de Justiça e organização criminosa.

Os novamente deputados federais Antonio Imbassahy (PSDB-BA), Mendonça Filho (DEM-PE), Marx Beltrão (PMDB-AL), Leonardo Picciani (PMDB-RJ), Bruno Araújo (PSDB-PE), Sarney Filho (PV-MA), Ronaldo Nogueira (PTB-RS) e Maurício Quintella (PR-AL) se juntam aos já exonerados Raul Jungmann (Defesa) e Fernando Bezerra Coelho (Minas e Energia) que participaram da votação da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, que ocorreu nesta quarta-feira (18), com vitória do presidente por 39 votos a 26.

Para que as denúncias sigam para análise do Supremo Tribunal Federal é preciso que 342 deputados deem o aval à acusação formal. É visto tanto por aliados como por oposicionistas como improvável que a peça do Ministério Público Federal que acusa o peemedebista de obstrução de Justiça e organização criminosa seja aceita pela Câmara.

O presidente, no entanto, trabalha para conseguir uma ampla margem de votos. Um resultado muito apertado complicaria a situação do governo Temer, que, impopular, precisa do apoio da base para aprovar medidas consideradas fundamentais pelo Planalto para o ajuste econômico.

 

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