Deputado federal é denunciado pela OPS no Ministério Público Federal


No último dia 14, a Operação Política Supervisionada (OPS) deu início ao “E-mailzaço” contra o deputado federal Beto Rosado (PP-RN) que utilizou de maneira irregular R$ 58.885,36 do dinheiro público. Foram enviadas mais de 420 mensagens ao parlamentar, que as ignorou. ]

Durante dezesseis meses seguidos, o deputado utilizou recursos financeiros de origem pública, sua verba indenizatória, para abastecer veículos de seu escritório político de Mossoró-RN no posto de combustíveis Laser, de propriedade de seu tio.

O ato é vedado pela própria Câmara dos Deputados e também pelo Decreto Presidencial Nº 7.203 de 2010, que dispõe sobre a vedação do nepotismo no âmbito da administração pública federal.

Descontente da única manifestação pública da assessoria do parlamentar, uma resposta enviada ao site Congresso em Foco em que o parlamentar se ateve a dizer que “não sabia” que seu tio era também um dos donos do estabelecimento, a OPS encaminhou neste domingo (18) à Câmara dos Deputados um requerimento exigindo que se proceda a restituição, por parte deste parlamentar, de todo o valor envolvido aos cofres públicos.

 

Neste mesmo dia encaminhou também denúncia formal ao Ministério Público Federal contra o parlamentar e também ao seu pai Betinho Rosado, que se valeu da mesma irregularidade para beneficiar o posto do irmão e sobrinho, no valor total de R$ 83.523,34, quando exercia seu mandato na legislatura passada.

Veja como foram feitas as denúncias contra pai e filho no MPF

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