Dilma conta votos no Senado à espera de um milagre


A semana será decisiva para os rumos do país e pode marcar os últimos dias de Dilma Rousseff na Presidência da República e o início de uma eventual gestão de Michel Temer. E, para o governo, o prognóstico é dos piores: depois de um placar amplamente desfavorável na comissão do impeachment, o desafio agora é reverter votos certos pela deposição em plenário e evitar que 41 senadores votem contra Dilma na próxima quarta-feira (11), quando ela pode ser afastada pelos próximos seis meses de suas funções presidenciais – para tanto, é necessário que um verdadeiro milagre seja operado, como até o líder do governo no Senado, senador Humberto Costa (PT-PE), já admite: os governistas terão entre 21 e 23 votos, em um universo de 81 nomes, avalia o petista.

A medir pelas discussões na comissão do impeachment, a batalha da votação de plenário deverá ser travada em alta temperatura. Certos de que devem ter poucos mais de 20 votos, quando precisariam de pelo menos o dobro para barrar o processo, governistas vão apostar no discurso de que um golpe de Estado está em curso, com o objetivo de dificultar as coisas para a (por enquanto) oposição, atribuindo-lhe o rótulo de golpista.

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Matéria de Luma Polleti (Congresso em Foco)

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